Devido a dificuldades de acesso aos focos, combate ao incêndio tem auxílio do Águia — Foto: Divulgação/ Base de Aviação da Polícia Militar de Piracicaba
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Dez bombeiros atuaram no combate às chamas; acesso, vento e tempo seco são os maiores obstáculos

O incêndio que atinge a Serra de São Pedro (SP) chegou na quinta-feira (17) a seis dias com cinco focos ainda ativos. O Corpo de Bombeiros, que atuou no local com dez homens, recebeu o apoio do Helicóptero Águia de Bauru e do grupamento de Piracicaba (SP) para o combate às chamas durante o dia. As informações são do major Edgar Gaspar, da equipe do Helicóptero Águia Piracicaba e da prefeitura da cidade.

A Base de Aviação de Bauru tem dado apoio com o Águia 23, que efetua lançamentos de cargas d’água utilizando a caçamba Bambi Bucket.

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Segundo a prefeitura, os focos continuam em local de difícil acesso, mas os trabalhos vão continuar amanhã. A administração reforçou que é um trabalho difícil e com resultado que pouco aparece, já que o fogo se espalha rápido por conta do tempo seco.

A mesma análise foi feita pelo major Gaspar. “Hoje de manhã tinha cinco focos. Estava diminuindo bem, mas vamos ver, porque para espalhar e crescer de novo é muito rápido. A gente está com vento forte e está ajudando para espalhar o fogo. A serra é bem inclinada, é bem complicado para o combate por solo”, apontou.

Combate ao fogo tem sido feito com apoio de equipes de Bauru e Piracicaba — Foto: Divulgação/ Base de Aviação da Polícia Militar de Piracicaba

Redução

Tanto o Corpo de Bombeiros quanto a prefeitura não divulgaram atualizações quanto o tamanho da área atingida. Na segunda-feira, a dimensão divulgada foi de 20 mil metros quadrados. Gaspar acrescentou que não há uma estimativa de quando o fogo será extinto, mas que já houve uma redução.

“Hoje estava bem reduzido, mas temos que esperar e ir monitorando e isso o pessoal dos bombeiros está fazendo”, finalizou.

A causa do incêndio ainda não foi identificada. Conforme o Corpo de Bombeiros, o fogo atinge mais a mata rasteira. As copas das árvores estão preservadas.

Fonte: G1 Piracicaba

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