Grupo foi localizado pela Polícia Militar no bairro Paineiras; dinheiro, celulares, documentos e anotações relacionadas às transações foram apreendidos.
Uma investigação que vinha percorrendo cidades do interior paulista acabou tendo um capítulo em Rio Claro na tarde de sexta-feira (25). Quatro pessoas suspeitas de envolvimento em golpes foram localizadas e presas pela Polícia Militar no bairro Paineiras.
Segundo o registro da ocorrência, os policiais receberam informações de que quatro indivíduos estariam circulando em um veículo e seriam suspeitos de aplicar golpes em diferentes municípios. Com as características do carro e dos ocupantes, a equipe conseguiu localizar o grupo e realizou a abordagem.
Durante a averiguação, os policiais encontraram R$ 6.614 em dinheiro, quatro celulares, cerca de 2 gramas de maconha, além de recibos bancários, anotações relacionadas a chaves Pix, documentos e um contrato de compra e venda que, segundo a ocorrência, seria utilizado na aplicação de um dos golpes.
O caso investigado envolve uma vítima de Potirendaba, que teria sofrido um prejuízo estimado em R$ 30 mil. Desse total, aproximadamente R$ 25 mil teriam sido movimentados por meio de transações bancárias, enquanto outros R$ 5 mil teriam sido entregues em dinheiro.
E, pelo jeito, a memória da vítima estava funcionando melhor que qualquer arquivo de computador. Conforme consta no registro policial, ela reconheceu os quatro suspeitos e também as roupas utilizadas pelo grupo. Os envolvidos ainda teriam sido reconhecidos em relação a outros golpes semelhantes e já estariam sendo investigados pela Polícia Civil de Potirendaba.
Com a abordagem, a conta da investigação ganhou novos elementos: além do dinheiro e dos aparelhos celulares, também foram apreendidos um veículo, anotações de chaves Pix, uma nota de um dólar e outros documentos relacionados à ocorrência.
Os quatro foram encaminhados ao Plantão Policial, onde a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante pelos crimes de associação criminosa, estelionato e porte de drogas.
Eles permaneceram presos à disposição da Justiça.
A investigação deverá prosseguir para esclarecer a participação de cada envolvido e verificar a eventual relação do grupo com outras ocorrências registradas no interior paulista.





