Suspeito tentou escapar ao notar a chegada da Polícia Militar, mas acabou preso em flagrante. Na residência, os policiais encontraram um verdadeiro estoque de entorpecentes, munições, dinheiro e materiais usados para abastecer o comércio ilegal.
Na guerra diária contra o tráfico de drogas, uma denúncia anônima fez toda a diferença na tarde deste domingo (2), em Rio Claro. O endereço apontado escondia muito mais do que um simples ponto de venda: funcionava como uma verdadeira central de armazenamento e preparação de entorpecentes.
Durante patrulhamento pelo bairro Jardim das Paineiras, policiais militares seguiram até o imóvel indicado. Ao perceber a aproximação da viatura, o suspeito decidiu que era hora de mudar de endereço às pressas. Na tentativa de escapar, ainda dispensou uma porção de droga pelo caminho. O plano, porém, durou pouco. A equipe foi mais rápida e realizou a abordagem.
Embora nada de ilícito tenha sido encontrado com ele naquele momento, o homem acabou admitindo que guardava drogas dentro da residência. A confissão abriu as portas para uma apreensão de grande porte.
No imóvel, os policiais localizaram tijolos e porções de maconha, cocaína e crack, além de balanças, materiais utilizados para preparo, refino e fracionamento dos entorpecentes, dinheiro em espécie, um aparelho celular iPhone e 25 munições calibre .38.
Ao todo, foram apreendidos 7 quilos de maconha, 1,268 quilo de cocaína e 292 gramas de crack, totalizando mais de 8,5 quilos de drogas retirados de circulação. Também foram encontrados R$ 1.734,50 em dinheiro, valor que, segundo a investigação, pode ter ligação com a atividade criminosa.
O homem já possuía antecedentes por adulteração de sinal identificador de veículo automotor e por tráfico de drogas, o que reforça seu histórico criminal.
Apresentado no Plantão Policial, o delegado de plantão ratificou a prisão em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse de munição de uso permitido. O acusado permaneceu preso e ficou à disposição da Justiça.
Mais uma vez, a atuação rápida da Polícia Militar mostrou que, para quem insiste em viver do crime, nem sempre a fuga chega antes da viatura.





