Entre a fé e a família, Beatriz Cristofoletti construiu um legado que atravessa gerações
Por Ramon Rossi
‘Abre a boca com sabedoria e a instrução da bondade está na sua língua. Atende ao andamento da casa e não come o pão da preguiça. Seus filhos se levantam e a chamam bem-aventurada.’ (Provérbios 31:26-28).
O trecho bíblico parece resumir a trajetória de Beatriz Gonçalves Cristofoletti, que faleceu ontem, 19, aos 93 anos em Rio Claro. Viúva de Altino Cristofoletti, ela dedicou a vida à família, à fé e ao cuidado com o próximo, deixando filhos, netos, bisneta e uma história marcada pela generosidade, pela simplicidade e pelo amor.
Avó Bia construiu uma história sem buscar protagonismo. Mas deixou aquilo que talvez seja a maior herança possível. Uma família unida, valores sólidos e a lembrança de uma vida dedicada à fé, à bondade e ao próximo. Como no versículo que abre essa reportagem, seus filhos se levantam hoje para chamá-la de bem-aventurada. E talvez não exista despedida mais bonita do que essa.
O velório acontece neste dia 20 de junho, a partir dás 13 horas, no Velório São João Batista, em Rio Claro. O sepultamento está marcado para as 17h, no Cemitério São João Batista.





