Durante patrulhamento no Parque Universitário, equipe da Força Tática encontrou parte da droga junto ao solado do calçado e localizou outros 42 microtubos escondidos na área de um parquinho infantil.
RIO CLARO — Na rotina do policiamento ostensivo, alguns detalhes chamam a atenção dos policiais. Na tarde de quarta-feira (14), no Parque Universitário, em Rio Claro, foi justamente um detalhe junto ao solado de um chinelo que levou a equipe da Força Tática da Polícia Militar a realizar uma abordagem que terminou com a apreensão de 50 microtubos de cocaína.
Durante patrulhamento pelo bairro, os policiais observaram um adolescente de 17 anos caminhando em sentido contrário ao da viatura. Ao se aproximarem, perceberam microtubos azuis presos ao solado do calçado. O detalhe, que não passou despercebido pela equipe, motivou a abordagem.
Na busca pessoal, foram encontrados oito microtubos de cocaína, além de R$ 70 em dinheiro. Questionado pelos policiais, o adolescente declarou que comercializava entorpecentes para obter dinheiro.
Mas a ocorrência não terminou ali. Em buscas nas proximidades, os policiais localizaram outros 42 microtubos com a mesma substância, escondidos na área de um parquinho infantil.
Ao todo, foram apreendidos 50 microtubos de cocaína, que somaram 30 gramas, além do dinheiro encontrado com o adolescente.
Ocorrência foi apresentada no Plantão Policial
Segundo as informações da ocorrência, o adolescente já havia sido conduzido anteriormente em situações relacionadas ao tráfico de drogas. Após a abordagem, ele foi apresentado no Plantão Policial, acompanhado de sua responsável legal.
A autoridade policial deliberou por sua apreensão, e o adolescente permaneceu à disposição da Justiça.
O episódio também chama a atenção para um aspecto preocupante: a localização de entorpecentes na área de um parquinho infantil, espaço destinado à convivência e à diversão das crianças.
A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar, e o caso seguirá os trâmites legais. Como determina a legislação, a apuração dos fatos deve respeitar os direitos do adolescente, sem antecipar conclusões sobre sua responsabilidade além do que for estabelecido pelas autoridades competentes.





