Homem foi localizado minutos após o crime, no Jardim Brasília; faca utilizada no assalto e parte do dinheiro roubado foram recuperadas.
A noite de sábado (22) terminou com uma conta que não fechou para um criminoso que resolveu transformar uma farmácia do Jardim Inocoop, em Rio Claro, em cenário de assalto. A rápida ação da Polícia Militar, por meio da Força Tática, terminou com um dos suspeitos preso e parte do dinheiro recuperada.
Segundo o registro policial, dois homens invadiram o estabelecimento. Um deles estava armado com um revólver e o comparsa carregava uma faca. Clientes e uma funcionária foram ameaçados durante a ação, enquanto um dos criminosos exigia a abertura do caixa.
A dupla conseguiu levar aproximadamente R$ 600,00 e fugiu a pé.
Com as características dos suspeitos em mãos, as equipes da Força Tática intensificaram o patrulhamento pela região. E foi no Jardim Brasília que a história começou a mudar de rumo.
Os policiais visualizaram um homem correndo, com características semelhantes às informadas pelas vítimas. Ao perceber a aproximação da equipe, ele teria dispensado uma faca durante a fuga.
Não adiantou muito correr: o suspeito foi abordado pelos policiais. Com ele, foram encontrados R$ 140,00 em dinheiro.
Imagens ajudaram no reconhecimento
A ocorrência ganhou mais um capítulo quando as imagens do sistema de segurança da farmácia foram analisadas. A representante do estabelecimento reconheceu o abordado como um dos autores do roubo.
A faca dispensada durante a abordagem também foi apreendida e, segundo o registro, seria a mesma utilizada durante o crime.
O homem foi encaminhado ao Plantão Policial, onde a prisão foi ratificada. Ele permaneceu preso à disposição da Justiça.
O segundo envolvido no roubo não foi localizado.
Os R$ 140,00 recuperados foram restituídos à vítima.
No balanço da ocorrência, a Polícia Militar apreendeu uma faca utilizada no roubo e R$ 140,00 em dinheiro.
Desta vez, pelo menos para um dos envolvidos, a tentativa de fazer o dinheiro desaparecer teve vida curta. A Força Tática apareceu antes que a “contabilidade” do crime fosse encerrada.





