Homem foi preso em flagrante após agredir a companheira com tapas e enforcamento e ainda danificar móveis e aparelhos da residência; três crianças presenciaram a violência
A noite de sexta-feira (28) terminou com uma prisão em flagrante no bairro Nova Itirapina, em Itirapina, após uma ocorrência de violência doméstica atendida pela Polícia Militar.
A equipe foi acionada e, no local, a vítima relatou aos policiais que havia discutido com o companheiro e, durante o desentendimento, sido agredida com tapas e enforcamento. Como se a situação já não fosse grave o suficiente, o homem ainda teria partido para o “modo destruição”, danificando diversos objetos dentro da residência.
Segundo o relato, entre os itens danificados estavam uma televisão, um guarda-roupa e um aparelho de som.
Com a autorização das partes, os policiais realizaram uma averiguação no imóvel e encontraram diversos objetos e utensílios danificados, situação que, conforme o registro da ocorrência, era compatível com o relato apresentado pela vítima.
O próprio homem confirmou aos policiais que havia agredido a companheira e causado os danos na residência.
E há um agravante que torna o episódio ainda mais preocupante: toda a situação ocorreu na presença de três crianças menores de idade e de uma testemunha.
Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido ao Plantão Policial de Rio Claro. A autoridade policial ratificou a prisão em flagrante, e o acusado permaneceu recolhido à disposição da Justiça.
Quando a discussão vira violência, a polícia entra em cena
Discussões fazem parte da vida, mas agressão física, enforcamento e destruição de patrimônio não são “briga de casal” — são situações que exigem intervenção e podem configurar crimes.
Neste caso, a atuação da Polícia Militar interrompeu a sequência de violência e encaminhou a ocorrência para as providências legais.
Dentro de casa, o que deveria ser espaço de segurança acabou virando cenário de agressão. E, infelizmente, até a televisão, o guarda-roupa e o aparelho de som acabaram entrando na história — mas quem realmente precisava ser protegido eram as pessoas que estavam naquele imóvel.
O acusado permanece à disposição da Justiça, e o caso será apurado pelas autoridades competentes.





