Evento foi encerrado na quarta-feira (15).
O Arquivo Público e Histórico de Rio Claro avaliou como altamente positivo o resultado da plenária de encerramento da etapa paulista da 2ª Conferência Nacional de Arquivos – 2ª CNArq, realizada quarta-feira (15), após um mês de intensos debates sobre as políticas públicas para a área dos arquivos.
Os debates contaram com a participação de profissionais de diversas partes do Estado de São Paulo e ocorreram no Arquivo Público do Estado de São Paulo e em 5 polos descentralizados, organizados em Rio Claro, Marília, Olímpia, São José dos Campos e Sorocaba.
A superintendente Monica Frandi Ferreira, do Arquivo de Rio Claro, que participou desde o início dos trabalhos da instância preparatória para o evento nacional, integrou a Coordenação Executiva paulista. Junto com diversos profissionais de referência no Estado de São Paulo, Monica produziu os documentos orientadores, conduziu os debates e foi eleita delegada nata para representar os arquivos públicos municipais em Brasília, entre os dias 26 e 28 de maio.

Alinhados aos objetivos gerais da 2ª CNArq, que tem como tema “Arquivos: agentes da cidadania e da democracia”, os debates da etapa paulista foram estruturados em 6 eixos temáticos: 1. Marco Legal, Governança Arquivística e Perspectivas para uma Política Nacional de Arquivos; 2. Gestão de Documentos como infraestrutura democrática; 3. Preservação e Patrimônio Arquivístico; 4. Acesso, Transparência, Inclusão e Promoção da Cidadania; 5. Condições de Trabalho nos Arquivos e Ensino e Pesquisa em Arquivologia; e 6. Arquivos Privados e Comunitários, Pluralidade da Memória e Interesse Público e Social.
Também eleita por seleção pública, Monica já representa os arquivos públicos municipais no Conselho Nacional de Arquivos (Conarq), desde o ano de 2021, posição que tem permitido sua participação nos debates com as maiores autoridades brasileiras da área dos arquivos. “Isso também possibilita a capacitação da equipe do nosso arquivo com a participação em cursos e eventos especializados e em visitas técnicas às melhores instituições do país”, ressalta Monica.
A superintendente lembra ainda que esta é mais uma oportunidade de aprimoramento do trabalho técnico e, principalmente, um momento importante para que as boas práticas arquivísticas que têm sido implementadas no Arquivo de Rio Claro sejam compartilhadas com profissionais de todo o país. “Com isso, o Arquivo de Rio Claro permanecerá sendo uma das referências para a reflexão pública qualificada sobre a Política Nacional de Arquivos, alinhada à promoção de cidadania, e ao fortalecimento da democracia participativa e do direito à memória, à verdade e à reparação”, afirma Monica.





