Mutirão de cadastro para doadores de medula óssea acontece nos dias 27 e 28 e pode ser a chance de cura para a menina de 7 anos que enfrenta uma grave leucemia.
Uma grande corrente de amor e solidariedade começa a se formar em Rio Claro com um único objetivo: salvar a vida da pequena Júlia Botta Riani Brondino, a doce Juju, de apenas 7 anos, diagnosticada com Leucemia Mieloide Aguda (LMA), uma doença grave que exige, com urgência, um transplante de medula óssea.
Sem outra alternativa de tratamento, a esperança da família está na compatibilidade com um doador voluntário — algo raro, mas possível graças ao cadastro mundial de doadores. Para ampliar as chances de encontrar essa compatibilidade, será realizado um mutirão de cadastramento de potenciais doadores nos dias 27 e 28 de fevereiro, no Grêmio Recreativo dos Empregados da Cia Paulista, localizado na Rua 9 com a Avenida 10, em frente à Igreja Santa Cruz.

A mobilização já percorreu outras cidades, como São Carlos, onde Juju reside, e agora chega a Rio Claro, cidade que também faz parte de sua história familiar. A expectativa é repetir o sucesso de campanhas anteriores que mobilizaram a população e resultaram em finais felizes, reforçando o espírito solidário que marca a comunidade rio-clarense.
Para participar, é simples: voluntários entre 18 e 35 anos podem comparecer ao local para realizar um rápido cadastro e coleta de sangue, passando a integrar o banco mundial de doadores. Quem já se cadastrou anteriormente também pode contribuir mantendo seus dados atualizados junto ao REDOME — o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea.
Mais do que um gesto de solidariedade, o cadastro pode representar a única chance de cura para Juju. Uma atitude simples, que leva poucos minutos, mas tem o poder de salvar uma vida inteira.
A família e os organizadores reforçam o convite: participar é um ato de amor. E, neste momento, cada novo cadastro pode ser a resposta que a pequena Juju tanto espera.





