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Além das vistorias durante a semana, agentes têm realizado mutirões aos sábados no combate à dengue.

Boletim da Vigilância Epidemiológica (VE) de Rio Claro, divulgado na quarta-feira (17), aponta 92 casos de dengue registrados pela Secretaria Municipal de Saúde desde o início do ano. São 20 novos casos em relação ao levantamento da semana passada. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, os números reforçam a necessidade de a população redobrar os cuidados em relação aos criadouros do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti. “Todo material que possa acumular água parada deve ser eliminado”, frisa o gerente do Centro de Controle de Zoonoses, Diego Reis, acrescentando que, além das vistorias casa a casa durante a semana, os agentes de saúde têm feito mutirões aos sábados. Até agora, neste ano, os mutirões já retiraram quase 16 toneladas de materiais que podem ser criadouros do mosquito.

O Aedes também transmite o zika vírus, chikungunya e febre amarela. De acordo com novo boletim da VE, não há casos registrados dessas três doenças em Rio Claro neste ano.

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Entre os potenciais criadouros do mosquito transmissor que mais contribuem para o agravamento da situação da dengue estão os materiais descartados de forma irregular. Lixo, sujeira e entulho jogados no quintal e terrenos aumentam o risco de proliferação do Aedes. Por isso a prefeitura reforça o alerta para que a comunidade utilize os serviços disponibilizados pelo município para o descarte correto de lixo e materiais inservíveis.

A cidade conta com coleta de lixo domiciliar realizada três vezes por semana em cada bairro, seis ecopontos que abrem de segunda a sexta-feira até as 20 horas, aos sábados até as 17 horas e aos domingos até o meio dia, operação cata bagulho, com caminhão que passa uma vez por mês recolhendo móveis e objetos velhos porta a porta e coleta seletiva de lixo que, assim como o cata bagulho, tem calendário disponível no site da prefeitura – www.rioclaro.sp.gov.br.

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