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Após relatar falta, Prefeitura de Piracicaba recebe remédio usado na intubação de pacientes

Medicamento é bloqueador neuromuscular, que promove o relaxamento da musculatura durante o procedimento. Nova remessa é suficiente para 15 dias.

Após relatar falta de um medicamento utilizado para intubação de pacientes com Covid-19, a Prefeitura de Piracicaba (SP) informou nesta sexta-feira (2) que recebeu uma nova remessa, suficiente para mais 15 dias. O remédio atua como um bloqueador neuromuscular e é necessário para o procedimento.

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O município informou na quinta-feira que aguardava a entrega dos medicamentos pelo Ministério da Saúde e que encontra dificuldades para compra direta dos fornecedores. A administração não informou de que forma a intubação estava sendo feita sem o remédio.

Além do bloqueador neuromuscular, o estoque de outros medicamentos, de analgesia, também necessários para a intubação, estão baixos e devem acabar durante o mês de abril, caso a cidade permaneça com alto índice de internações.

Em nota a prefeitura afirmou que começou os trâmites para nova compra, mas que as empresas e distribuidoras dizem que não possuem estoque dos medicamentos para vender.

A cidade recebeu no último fim de semana 100 ampolas de 2,5 ml de atracúrio, um bloqueador neuromuscular. Contudo, atualmente o consumo diário é de cerca de 68 ampolas na rede municipal de saúde, segundo a prefeitura.

Oxigênio

Em relação ao estoque de oxigênio, suprimento também muito usado durante a pandemia de Covid-19, a prefeitura informou que está dentro da normalidade e não há risco de desabastecimento por enquanto, mas que o cenário muda constantemente.

“A pasta mantém contato diário com a empresa e com a transportadora responsável pela logística para garantir oxigênio à rede municipal de saúde”, diz a nota oficial.

A Saúde determinou a retirada de todos os cilindros de oxigênio que estavam na rede básica sem uso e levou para as necessidades das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Piracicamirim e Vila Rezende e Central de Ortopedia e Traumatologia (COT), que atualmente atendem os casos de Covid-19 na rede municipal.

O Ministério da Saúde informou em nota que adquiriu mais de 2,8 milhões de unidades de medicamentos para a intubação. “Diante do quantitativo de medicamentos disponível, a distribuição é feita de acordo com o Consumo Médio Mensal informado pelas Secretarias Estaduais de Saúde ao Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS).”

Conforme o Ministério, a distribuição é feita para os estados, que ficam responsáveis por direcionar os medicamentos para os municípios, conforme as demandas.

Já a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informou que recebeu do governo federal 65.770 ampolas de neurobloqueadores e anestésicos, que é 1,9% do que é preciso para atender a demanda mensal da rede pública.

“A Secretaria tem enviado ofícios e participado de reuniões com representantes federais, além de apresentar propostas como realização de acordos com farmacêuticas, aquisição estratégica internacional, monitoramento diário da demanda (pois atualmente isso ainda ocorre semanalmente pelo governo federal), além de pleitear a ampliação da disponibilidade de compra por ata federal, atualmente restrita a 60 dias de consumo. Para diversos itens, o saldo proporcional de SP se esgotou na primeira quinzena de março.”

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